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	<title>Franklab</title>
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	<description>Un blog utilisant WordPress</description>
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		<title>Sinalética</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 15:51:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[O departamento de química fabrica uma vasta gama de produtos destinados à lavagem, à desinfecção e ao enxaguamento de material de laboratório e de instrumental médico -cirúrgico. Estes produtos estão divididos em várias categorias segundo a sua utilização: &#8211; os produtos detergentes espumantes utilizados para a imersão manual, &#8211; os produtos detergentes não espumantes para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O departamento de química fabrica uma vasta gama de produtos destinados à lavagem, à desinfecção e ao enxaguamento de material de laboratório e de instrumental médico -cirúrgico.</p>
<p>Estes produtos estão divididos em várias categorias segundo a sua utilização:</p>
<ul>
<li> &#8211; os produtos detergentes espumantes utilizados para a imersão manual,</li>
<li> &#8211; os produtos detergentes não espumantes para as máquinas,</li>
<li> &#8211; os produtos desinfectantes para endoscópios</li>
<li> &#8211; os produtos desincrustantes para gaiolas de animais ou arrastadeiras,</li>
<li> &#8211; os produtos    neutralizadores   para enxaguamento,</li>
<li> &#8211; os produtos lubrificantes para a protecção de superfícies&#8230;</li>
</ul>
<p>Para tão diversos fins, as formulações destes produtos são evidentemente muito diferentes.</p>
<p>E, frente à diversidade e número de produtos utilizáveis para efectuar um tratamento (em geral são necessários 2 a 3 produtos), é indispensável permitir ao utilizador distinguir com facilidade os produtos, reconhecer os que são compatíveis, e medir os eventuais perigos durante a sua utilização&#8230;</p>
<p>Nunca misturar, por exemplo, um detergente com um desinfectante: corremos o risco de criar um composto insolúvel e ineficaz em detergência e em desinfecção, que será difícil de enxaguar.</p>
<p>Deste modo, é possível diferenciar estes produtos entre eles segundo a sua utilidade, e zona de pH das suas soluções :</p>
<ul>
<li> &#8211; produto de imersão  manual,</li>
<li> &#8211; produto  de utilização mecânica,</li>
<li> &#8211; zona ácida (pH inferior a 7),</li>
<li> &#8211; zona neutra (pH igual a 7),</li>
<li> &#8211; zona alcalina (pH superior a 7).</li>
</ul>
<p>Quando o produto é de utilização manual, contém agentes emulsionantes que favorecem a eliminação das sujidades insolúveis pelo seu poder espumante.</p>
<p>Quando o produto é de utilização mecânica, a formação de espuma deve ser evitada pois poderá impossibilitar o correcto escoamento e irá desperdiçar inutilmente de uma grande quantidade de água para enxaguar.<br />
Quando se necessita que o produto limpe, desengordure, solubilize e renove as superfícies que contêm sujidades emulsionáveis e saponificável como o óleo e as gorduras, deve-se utilizar um detergente <strong>Alcalino</strong>.</p>
<p>Quando o produto deve permitir remover o calcário e renovar superfícies que contenham sujidades destrutíveis tais que a ferrugem, o tártaro, etc… deve-se utilizar um detergente <strong>ácido</strong> .</p>
<p>Quando deve neutralizar vestígios de uma lavagem alcalina, deve-se utilizar um agente de enxaguamento             <strong>ácido</strong>.</p>
<p>Quando deve desinfectar endoscópios, ser estável mas suficientemente activo para destruir os microorganismos, deve-se utilizar um detergente <strong>ácido</strong>.</p>
<p>Quando produto deve permitir efectuar processos de manutenção e actuar em superfícies frágeis ou sujidades não solúveis, hidrolisáveis e que se mantêm em suspensão, em soluções como o açúcar, os sais, o amido, o pó&#8230; deve-se utilizar um detergente <strong>neutro</strong>.</p>
<p>Por razões de comodidade e segurança, a Franklab decidiu adoptar um sistema de cores para as etiquetas e tampas dos bidões dependentes da utilidade do produto e da zona de pH da solução do mesmo.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-100" title="bidons" src="http://www.franklab.pt/wp-content/uploads/2009/10/bidons.jpg" alt="bidons" width="300" height="289" /></p>
<p>Se :</p>
<ul>
<li> &#8211; o produto é de <strong>utilização manual </strong>, a etiqueta é<strong> verde</strong></li>
<li> &#8211; o produto é de <strong>utilização mecânica </strong>, a etiqueta é<strong> azul</strong></li>
</ul>
<p>E se:</p>
<ul>
<li> &#8211; o produto é <strong> ácido</strong>, a tampa é <strong>vermelha </strong></li>
<li> &#8211; o produto é <strong>neutro </strong>, a tampa é <strong>verde </strong></li>
<li> &#8211; o produto é <strong>alcalino </strong>, a tampa é <strong>azul </strong>.</li>
</ul>
<p>E para relembrar ao utilizador do produto que o risco de perigo aumenta quando se abre o bidão, a etiqueta apresenta um orlado de cor idêntica a da tampa.</p>
<p>O detergente TFD 4 tem uma etiqueta verde e uma tampa azul; o CA 5P tem uma etiqueta azul e uma tampa vermelha, e o TFD Neutro tem uma etiqueta verde (em fase de projecto) e uma tampa verde .</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Técnica</title>
		<link>http://www.franklab.pt/tecnica.html</link>
		<comments>http://www.franklab.pt/tecnica.html#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 15:50:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[O poder espumante dos Detergentes Os detergentes possuem nas suas formulações, entre outros compostos, agentes tensioactivos que têm a propriedade de os tornar emulsionantes, dispersantes, &#171;&#160;molhantes&#160;&#187; ou então espumantes. Neste parágrafo, interessamo-nos particularmente à forma como surge a espuma nos detergentes em escala molecular. A espuma é uma dispersão instável de bolhas de gás num [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>O poder espumante dos Detergentes</h3>
<p>Os detergentes possuem nas suas formulações, entre outros compostos, agentes tensioactivos que têm a propriedade de os tornar emulsionantes, dispersantes, &laquo;&nbsp;molhantes&nbsp;&raquo; ou então espumantes.</p>
<p>Neste parágrafo, interessamo-nos particularmente à forma como surge a espuma nos detergentes em escala molecular.</p>
<p>A espuma é uma dispersão instável de bolhas de gás num pequeno volume de líquido. Um líquido puro não faz espuma. Deve-se agitar uma mistura que contenha água e sabão para gerar inclusões de ar esféricas que sobem até à superfície e se acumulam sob a forma de espuma.</p>
<p>Essas inclusões ou bolhas de ar são delimitadas por um filme com uma espessura que se encontra na ordem dos 50 mícrones. Esse filme é composto pela formação de uma dupla camada de agentes tensioactivos em solução aquosa. A bolha mantém -se estável se se mantiver o equilíbrio entre a superfície do líquido e o gás que se encontra no interior da bolha.</p>
<p>Quando duas bolhas se encontram coladas uma à outra, a espessura da camada tende a diminuir para se tornar a mais fina possível, sendo o líquido drenado pela força gravitacional. Ao mesmo tempo, a tensão superficial do líquido aumenta. Logo que o filme já não aguenta a pressão, as duas bolhas rebentam e desaparecem.</p>
<p>A presença do tensioactivo evita a drenagem do líquido na camada e diminui a tensão superficial do líquido, o que favorece o aparecimento das bolhas.</p>
<p>Os tensioactivos não são sempre equivalentes entre eles. Os tensioactivos iónicos, em particular, formam bolhas mais estáveis e espessas que os não iónicos. São favorecidos pela formação de duplas camadas constituídas pelos compostos de carga equivalente. Repelem-se uns contra os outros evitando assim a diminuição demasiadamente importante da espessura de camada que divide as bolhas.</p>
<p>Por outro lado, os tensioactivos não iónicos não podem interagir entre eles porque ocupam uma superfície grande demais por molécula o que irá retardar a mobilidade dos compostos na zona de drenagem. O equilíbrio não se realiza então correctamente entre a drenagem do líquido na superfície lamelosa e a tensão superficial do líquido. A bolha é instável e bastante pequena.</p>
<p>A quantidade de tensioactivos em solução influencia também o tamanho das bolhas. Segundo a teoria de Marangoni, existe uma concentração de tensioactivos em solução para a qual o tamanho das bolhas é a máxima. Essa concentração é geralmente muito próxima da concentração micelare crítica ou CMC do tensioactivo. Esta concentração corresponde a um limite para além do qual os tensioactivos se irão reagrupar em agregados chamados micelas esférica.</p>
<p>Alguns aditivos permitem aumentar a estabilidade das bolhas diminuindo o valor do CMC do tensioactivo: são os electrólitos inorgânicos (o cloreto de sódio ou NaCl por exemplo), as moléculas orgânicas polares (os amidos de grande escala hidrocarboneto) ou as macro moléculas.</p>
<p>Em oposição, existem &laquo;&nbsp;anti-espumantes&nbsp;&raquo; que impedem a formação de micelas. Podem também reduzir a solubilidade do tensioactivo, diminuir a estabilidade electrostática da dupla camada, ou favorecer o colapso entre duas bolhas. São ácidos gordos ou dos ésteres de fraca solubilidade na água, compostos munidos de grupos polares (a sílica hidrófoba), álcoois (os compostos benzénicos) ou os ácidos com flúor.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-104" title="bulles" src="http://www.franklab.pt/wp-content/uploads/2009/10/bulles.jpg" alt="bulles" width="385" height="250" /></p>
<p>Os detergentes fabricados e comercializados pela FRANKLAB apresentam poderes espumantes variados. Os produtos de utilização mecânica têm um poder espumante mínimo, e os de utilização manual têm um poder espumante elevado.</p>
<p>De facto, deve evitar-se a utilização de um produto espumante para uma utilização mecânica. Ao contrário, é preferível utilizar um produto espumante para uma utilização manual, a eliminação das sujidades insolúveis será mais eficaz.</p>
<p>Esta diferenciação obtém-se através da escolha dos tensioactivos introduzidos nas fórmulas dos produtos <strong>FRANKLAB</strong>. Por exemplo, o TFD 4 produto da utilização manual, contém agentes tensioactivos aniónico e não iónico, enquanto que o TFD 7 produto mecânico contém agentes tensioactivos não iónicos dissolvidos num solvente hidro-alcoolico.</p>
<h3>A desinfecção com ácido peracético</h3>
<p>Desinfecção: operação de resultado momentâneo que permite eliminar ou matar microrganismos e/ou de inactivar os vírus indesejáveis. O resultado desta operação fica limitado aos microorganismos e/ou vírus presentes no momento da operação (AFNOR &#8211; Março 1981 &#8211; NF T 72 101).<br />
Descoberto em 1902, o APA responde à fórmula:<br />
CH3-C<br />
e apresenta-se em estado aquoso em equilíbrio com o ácido acético e o peróxido de hidrogénio.<br />
CH3CO3H + H2O CH3CO2H + H2O2</p>
<p>Termodinamicamente instável, é visivelmente sensível à temperatura e aos metais pesados (ferro, cobre, cromo&#8230;). Nestas condições, a estabilização das formulações que contêm APA é uma verdadeira aposta!</p>
<p>A sua utilização como desinfectante apoia-se no seu alargado campo de actividade assim como à sua rapidez de actuação. Bactericida, fongicida, sporicida e virucida, é um peróxido, o que o classifica por entre os melhores desinfectantes quanto à eliminação do biofilme.</p>
<p>Pertencendo à família dos oxidantes, o APA actua sobre os germes por oxidação dos seus constituintes internos e das membranas levando a alterações letais da sua estrutura.</p>
<p>Inibe as catálises celulares, acabando com qualquer defesa antioxidante da célula, depois age desnaturando as proteínas celulares e notavelmente as membranas celulares, levando à destruição da sua função químico-osmótica. Já não estando assegurada a função de barreira que exercia a membrana frente às substâncias exteriores, a célula enche-se de água até à ruptura da sua membrana plásmica.</p>
<h3>O Biofilme</h3>
<p>Biofilme  : comunidade de micróbios revestidos de um material de polímeros orgânicos que se colam a uma superfície.</p>
<p>Omnipresentes na placa dentária ou na água de algumas canalizações, os biofilmes colonizam pouco a pouco o seu meio, contaminando as instalações industriais, os materiais cirúrgicos&#8230;</p>
<p>O biofilme é um mecanismo através do qual os microorganismos atacam uma superfície e se multiplicam produzindo polímeros extra-celulares que facilitam a agregação e a formação de uma matriz. No seio do biofilme, os líquidos circulam numa rede de micro-condutas, fornecendo às micro-colónias o seu alimento e evacuando os desperdícios.</p>
<p>Os polímeros orgânicos constituem o biofilme agarrando-se com mais facilidade às superfícies rugosas e/ou hidrófobas. Favorecem a proliferação dos microorganismos diminuindo a sua sensibilidade aos agentes de limpeza e anti bacterianos.</p>
<p>Resistência do biofilme aumenta com o envelhecimento e poucos antibióticos ou desinfectantes serão eficazes para a sua eliminação. De facto, os agentes bactericidas, são muito eficazes sobre um determinado tipo de bactérias, e serão pouco ou nada, na mesma bactéria com a criação de biofilme porque, se algumas bactérias do biofilme sobreviveram ao tratamento, elas serão capazes de regenerar a matriz em espaço de algumas horas.</p>
<p>Uma vez formado, o biofilme pode ser considerado como um equilíbrio entre os factores que tendem a aumentar a sua espessura e os que tendem a diminui-las. Assim será suficiente um choque térmico ou variação térmica, química ou biológica para que os microorganismos que constituem o biofilme sejam libertados para o exterior.</p>
<p>O biofilme constitui então uma permanente infecção no domínio da medicina, assim como no da indústria onde poderá danificar as instalações e acelerar a corrosão das canalizações metálicas.</p>
<h3>Bibliografia</h3>
<p>&laquo;&nbsp;Les antiseptiques et les désinfectants&nbsp;&raquo;, A.Dauphin, Ch.Mazin, Editions Arnette, (1994)</p>
<p>&laquo;&nbsp;En bref&nbsp;&raquo; n°22, CCLIN Sud Est, (février 2003)</p>
<p>&laquo;&nbsp;Acide peracétique en traitement manuel et automatisé&nbsp;&raquo;, Dr. G. Ducel</p>
<p>&laquo;&nbsp;Acide peracétique, formulation, efficacité, stabilité&nbsp;&raquo;, L.Pineau, SFED (2003)</p>
<p>&laquo;&nbsp;Pour la science&nbsp;&raquo; n°287, (septembre 2001)</p>
<p>&laquo;&nbsp;Biofilm formation, a clinically relevant microbiological process&nbsp;&raquo;, R.M. Donlan, Clinical infectious diseases, vol 33, n°8, p 1387-1392, (octobre 2001)</p>
<p>&laquo;&nbsp;Le biofilm, voilà l&#8217;ennemi&nbsp;&raquo;, F. Sales, Hygiène en milieu hospitalier, n°40, p 16-21, (septembre 2001)</p>
<p><em> &laquo;&nbsp;Surfactant science and technology&nbsp;&raquo; </em> D. Myers, Ed VCH (1988)</p>
<p><em> &laquo;&nbsp;Industries et techniques&nbsp;&raquo; &#8211; &laquo;&nbsp;Les mousses&nbsp;&raquo; </em> P. Lyon, p. 41. n° 767 (1996)</p>
<p><em> &laquo;&nbsp;Phénomène d&#8217;interface &#8211; Agent de surface&nbsp;&raquo; </em> J. Briant. Ed Technip (1980)</p>
<p><em> &laquo;&nbsp;La recherche&nbsp;&raquo; &#8211; &laquo;&nbsp;Le ballet moléculaire de l&#8217;huile et du savon&nbsp;&raquo; </em> S. Karaboni. K. Esselink. B. Smit, p. 74. n° 284 (1996)</p>
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		<title>Qualidade</title>
		<link>http://www.franklab.pt/qualidade.html</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 15:47:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[A Legislação das comunidades europeias impôs aos fabricantes de dispositivos médicos que respondessem as exigências da directiva 93/42/CEE antes do 14 Junho de 1998. A FRANKLAB possui então marcação CE (relativamente ao sistema de certificação de qualidade na produção química) para esses dispositivos medicais, emitidos todos os anos pelo GMED (organismo de certificação reconhecido pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-97" title="certif" src="http://www.franklab.pt/wp-content/uploads/2009/10/certif.jpg" alt="certif" width="300" height="424" /></p>
<p>A Legislação das comunidades europeias impôs aos fabricantes de dispositivos médicos que respondessem as exigências da directiva 93/42/CEE antes do 14 Junho de 1998. A FRANKLAB possui então marcação CE (relativamente ao sistema de certificação de qualidade na produção química) para esses dispositivos medicais, emitidos todos os anos pelo GMED (organismo de certificação reconhecido pelo ministério da saúde).</p>
<p>A Empresa seguiu o processo exigido formalizando os seus métodos de fabrico e organização em geral, na base do seu plano interno de qualidade.</p>
<p>Dispondo de um pessoal de qualidade e motivado, e de uma infra-estrutura informatizada, nenhuma transformação importante foi efectuada.</p>
<p>A auditoria pode então ser efectuada a tempo pelo organismo notificado escolhido (o GMED). Desenrolou-se com rigor e bom humor, e a atestação de conformidade do ENDEX 25 foi concedida sem condições.</p>
<h3>Norma ISO 13488</h3>
<p>A FRANKLAB possui actualmente a certificação ISO 13488 (2001). Esta norma baseia-se nos princípios da certificação ISO 9002 (1994) e está relacionada com o sistema de certificação de qualidade específica dos dispositivos médicos.</p>
<p>Com o fim de seguir o seu compromisso de qualidade para satisfazer a sua clientela, FRANKLAB tem por objectivo conseguir em 2005 a certificação ISO 9001 (2000).&nbsp;&raquo;</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-98" title="labo" src="http://www.franklab.pt/wp-content/uploads/2009/10/labo.jpg" alt="labo" width="250" height="250" /></p>
<p>Para além  desse facto poder ajudar a  <strong>FRANKLAB</strong> a manter a sua posição no mercado francês, a Direcção da Empresa deseja justificar os seus compromissos de satisfação aos seus clientes, accionistas e pessoal aplicando de forma rápida e rigorosa a norma ISO 9002.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-99" title="concentr" src="http://www.franklab.pt/wp-content/uploads/2009/10/concentr.gif" alt="concentr" width="200" height="183" /></p>
<p>Um código de cores para os Acondicionamentos</p>
<p>Desde há muitos anos, a empresa FRANKLAB melhorou a organização dos seus serviços para alcançar a certificação de qualidade, e põe em prática todas as acções susceptíveis de favorecer as suas relações perto dos seus clientes e do seu pessoal. Assim surgiu a ideia relativa aos acondicionamentos dos produtos químicos detergentes.</p>
<p>A FRANKLAB fabrica uma grande gama de produtos destinados à lavagem, à desinfecção e enxaguamento do material de laboratório e instrumental médico-cirúrgico.</p>
<p>A FRANKLAB fabrica uma grande gama de produtos destinados à lavagem, à desinfecção e enxaguamento do material de laboratório e instrumental médico-cirúrgico.</p>
<ul>
<li> &#8211; os produtos detergentes espumantes utilizados para a imersão manual,</li>
<li> &#8211; os produtos detergentes não espumantes para as máquinas,</li>
<li> &#8211; os produtos desinfectantes para endoscópios</li>
<li> &#8211;  os produtos desincrustantes para gaiolas de animais ou arrastadeiras,</li>
<li> &#8211;  os produtos neutralizantes para enxaguamento,</li>
<li> &#8211; os produtos lubrificantes para a protecção de superfícies&#8230;</li>
</ul>
<p>Para tão diversos fins, as formulações destes produtos são evidentemente muito diferentes.</p>
<p>E, frente à diversidade e número de produtos utilizáveis para efectuar um tratamento (em geral são necessários 2 a 3 produtos), é indispensável permitir ao utilizador distinguir com facilidade os produtos, reconhecer os que são compatíveis, e medir os eventuais perigos durante a sua utilização&#8230;</p>
<p>Nunca misturar, por exemplo, um detergente com um desinfectante: corremos o risco de criar um composto insolúvel e ineficaz em detergência e em desinfecção, que será difícil de enxaguar.</p>
<p>Deste modo, é possível diferenciar estes produtos entre eles segundo a sua utilidade, e zona de pH das suas soluções:</p>
<ul>
<li> &#8211; produto de imersão  manual,</li>
<li> &#8211; produto  de utilização mecânica,</li>
<li> &#8211;  zona ácida (pH inferior a 7),</li>
<li> &#8211; zona neutra (pH igual a 7),</li>
<li> &#8211;  zona alcalina (pH superior a 7).</li>
</ul>
<p>Quando o produto é de utilização manual, contém agentes emulsionantes que favorecem a eliminação das sujidades insolúveis pelo seu poder espumante.</p>
<p>Quando o produto é de utilização mecânica, a formação de espuma deve ser evitada pois poderá impossibilitar o correcto escoamento e irá desperdiçar inutilmente uma grande quantidade de água para enxaguar.<br />
Quando se necessita o produto deve limpar, desengordurar, solubilizar e renovar as superfícies que contêm sujidades emulsionáveis e saponificáveis como o óleo e as gorduras, deve-se utilizar um detergente <strong>Alcalino.</strong></p>
<p>Quando o produto deve permitir remover o calcário e renovar superfícies que contenham sujidades destrutíveis tais como que a ferrugem, o tártaro, etc… deve-se utilizar um detergente <strong>ácido</strong> .</p>
<p>Quando deve neutralizar vestígios de uma lavagem alcalina, deve-se utilizar um agente de enxaguamento <strong>ácido</strong> .</p>
<p>Quando deve desinfectar endoscópios, ser estável mas suficientemente activo para destruir os microorganismos, deve-se utilizar um detergente <strong>ácido</strong>.</p>
<p>Quando produto deve permitir efectuar processos de manutenção e actuar em superfícies frágeis ou sujidades não solúveis, hidrolisáveis e que se mantêm em suspensão, em soluções como o açúcar, os sais, o amido, o pó&#8230; deve-se utilizar um detergente <strong>neutro</strong>.</p>
<p>Por razões de comodidade e segurança, a Franklab decidiu adoptar um sistema de cores para as etiquetas e tampas dos bidões dependentes da utilidade do produto e da zona de pH da solução do mesmo.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-100" title="bidons" src="http://www.franklab.pt/wp-content/uploads/2009/10/bidons.jpg" alt="bidons" width="300" height="289" /></p>
<p>Se:</p>
<ul>
<li> &#8211; o produto é de  <strong>utilização manual</strong>, a etiqueta é  <strong>verde </strong></li>
<li> &#8211; o produto é de  <strong>utilização mecânica</strong>, a etiqueta é   <strong>azul </strong></li>
</ul>
<p>E se:</p>
<ul>
<li> &#8211; o produto é <strong>ácido </strong>, a tampa é <strong>vermelha</strong></li>
<li> &#8211; o produto é <strong>neutro </strong>, a tampa é <strong>verde</strong></li>
<li> &#8211; o produto é <strong>alcalino </strong>, a tampa é <strong>azul </strong></li>
</ul>
<p>E para relembrar ao utilizador do produto que o risco de perigo aumenta quando se abre o bidão, a etiqueta apresenta um orlado de cor idêntica a da tampa.</p>
<p>O detergente TFD 4 tem uma etiqueta verde e uma tampa azul; o CA 5P tem uma etiqueta azul e uma tampa vermelha, e o TFD Neutro tem uma etiqueta verde (em fase de projecto) e uma tampa verde.</p>
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		<title>Um novo ponto de partida</title>
		<link>http://www.franklab.pt/um-novo-ponto-de-partida.html</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 15:41:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma empresa de dimensão humanitária onde a inovação, a reactividade, e o controlo do tempo se tornam um trabalho do quotidiano no mundo da Detergência. Uma empresa que concebe, fabrica e comercializa produtos de limpeza, máquinas de lavar profissionais equipadas com um sistema informático da tecnologia mais recente. O seu criador ROGER BONNET evolui desde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em> Uma empresa de dimensão humanitária onde a inovação, a reactividade, e o controlo do tempo se tornam um trabalho do quotidiano no mundo da Detergência. </em></p>
<p>Uma empresa que concebe, fabrica e comercializa produtos de limpeza, máquinas de lavar profissionais equipadas com um sistema informático da tecnologia mais recente.</p>
<p>O seu criador ROGER BONNET evolui desde há mais de vinte anos neste sector de actividade, e segue uma política de desenvolvimento tenaz.</p>
<p><strong>FRANKLAB </strong> cuja <strong>notoriedade </strong> já não está por demonstrar <strong> nas áreas da Saúde e da Indústria, da Investigação, dos Centros de Produção </strong>, escolheu ter uma política comercial centrada e orientada para a qualidade e o serviço.</p>
<p>Uma nova organização<br />
Com o fim de proporcionar aos seus clientes um serviço de primeira qualidade em cada área, a empresa FRANKLAB dividiu-se em três sectores de actividade, cada uma dedicada a sua especialidade:</p>
<ul>
<li>- a química e os produtos de limpeza para a  FRANKLAB</li>
<li>- as máquinas de lavar profissionais para  <a href="http://franklab.pt.fbtech.com/ponto-partida.html">LUNAMATIC</a></li>
<li>- o serviço pós-venda para a <a href="http://franklab.pt.fbtech.com/ponto-partida.html">SWM</a></li>
</ul>
<h3>As novas  filiais</h3>
<p>A FRANKLAB expandiu-se com a criação de  FRANKLAB INT&#8217;L gerindo  o conjunto das filiais no mundo que surgiram</p>
<ul>
<li>- em  Portugal</li>
<li>-  na Coreia</li>
<li>- em Taiwan</li>
<li>- na China</li>
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		<title>Editorial</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 15:41:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[FRANKLAB apoia as populações Asiáticas afectadas pelo Tsunami. Implantada na Ásia desde 2003, a FRANKLAB não podia ficar indiferente às consequências da catástrofe natural do 26/12/2004. Assim a nossa empresa, por meio da sua filial da Coreia e da associação CARITAS, doaram aos cirurgiões dos hospitais do Sri Lanka, cerca de 400 L de detergente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>FRANKLAB apoia as populações Asiáticas afectadas pelo Tsunami.</p>
<p>Implantada na Ásia desde 2003, a FRANKLAB não podia ficar indiferente às consequências da catástrofe natural do 26/12/2004.</p>
<p>Assim a nossa empresa, por meio da sua filial da Coreia e da associação CARITAS, doaram aos cirurgiões dos hospitais do Sri Lanka, cerca de 400 L de detergente de imersão TFD 4.</p>
<p><strong>&laquo;&nbsp;Clientes ou fornecedores, todos sentimos a necessidade de obter informações relativamente ao plano de qualidade dos nossos parceiros.&nbsp;&raquo;</strong></p>
<p>Explica Roger BONNET Presidente e Director Geral da Empresa <strong>FRANKLAB</strong>&#8230;</p>
<p>Fabricamos desde há mais de vinte anos detergentes para o meio da Saúde, da Indústria, dos Laboratórios de investigação, e para Serviços de produção e hoje podemos dar respostas às suas preocupações(Desinfectantes Hospitalares, detergentes para esterilização, detergentes enzimáticos, detergentes para medicina nuclear, descontaminantes de radioactividade, detergentes industriais, etc…). Uma comissão no seio da nossa empresa tem a seu cargo o Plano da Qualidade.</p>
<p>Os nossos esforços e acções relacionados com Qualidade terão continuação nos domínios da produção, dos serviços e principalmente da comunicação.</p>
<p>Ainda há muito a fazer pois o &laquo;&nbsp;made in qualidade&nbsp;&raquo; deve ser superior de ano para ano. O <strong>Detergencial</strong> permitirá tomar conhecimento de forma regular da nossa actividade, desenvolvimento e resultados.</p>
<p><strong>&laquo;&nbsp;A nossa próxima estratégia contará com a qualidade, para a imagem de líder que temos, e também para a satisfação dos nossos clientes&nbsp;&raquo;</strong> confirma Roger BONNET.</p>
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		<title>Franklab</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 13:28:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Presente há 30 anos na área hospitalar, a empresa FRANKLAB fez da detergência a sua profissão. Líder no domínio da medicina nuclear graças à sua gama de detergentes descontaminantes de radioactividade, a FRANKLAB soube impor-se progressivamente nos mercados da saúde, da investigação e da indústria. Grandes centros hospitalares e de investigação, e grandes nomes da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Presente há 30 anos na área hospitalar, a empresa FRANKLAB fez da detergência a sua profissão.</p>
<p>Líder no domínio da medicina nuclear graças à sua gama de detergentes descontaminantes de radioactividade, a FRANKLAB soube impor-se progressivamente nos mercados da saúde, da investigação e da indústria.</p>
<p>Grandes centros hospitalares e de investigação, e grandes nomes da indústria (química, cosmética, alta tecnologia) utilizam hoje os nossos detergentes, agentes de enxaguamento e desinfectantes com uma plena satisfação.</p></div>
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